Bots de luto recriam pessoas mortas e alimentam onda de “deathslop”
Ferramentas generativas estão sendo usadas para criar avatares, vídeos e conversas que simulam pessoas falecidas, de homenagens íntimas a conteúdo apelativo para redes sociais. Familiares e pesquisadores alertam para o risco de exploração do luto e para a falta de consentimento prévio sobre o uso póstumo da imagem e da voz.
Conheça a ideia e descubra por que ela está chamando atenção.